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Trabalhadores da Gestamp reivindicam mínimo de 600 euros

Empresa de acessórios automóveis trabalha para Autoeuropa e pertence ao grupo espanhol Gestamp.

Os trabalhadores desta fábrica de componentes para o sector automóvel, em Vendas Novas (Évora), reivindicam o pagamento mínimo de 600 euros de vencimento para novos funcionários e 35 euros de aumento para os restantes, já em 2018.

Foi na passada quarta-feira que os trabalhadores da Gestamp aprovaram um conjunto de reivindicações que irão apresentar à empresa, designadamente o pagamento do subsídio de turnos, aumentos salariais e a integração de quem tem vínculos precários.

A decisão resultou de um plenário convocado pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul (SITE Sul), que decorreu na empresa e contou com a participação do secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos.

Em declarações à agência Lusa, o dirigente da maior central sindical nacional esclareceu que as exigências que constam do caderno reivindicativo têm diferentes níveis de prioridade. Admite que a «mais imediata» diz respeito à «reposição do pagamento do subsídio de turnos», que «deixou de ser pago há uns anos, a pretexto da recessão económica e de dificuldades da empresa». Neste caso, os trabalhadores reivindicam uma resposta da administração «até final deste mês». Até porque, acrescentou Arménio Carlos, «neste momento, a empresa tem todas as condições do ponto de vista financeiro para poder corresponder a esta reivindicação».

A nível salarial, os trabalhadores defendem «600 euros de vencimento, no mínimo, para todos os trabalhadores que, entretanto, entrem na empresa e, por outro lado, um aumento de 35 euros para os trabalhadores, em 2018».

Arménio Carlos denuncia que a empresa trabalha para a Autoeuropa e «presta um serviço de reconhecida qualidade, mas continua a ter salários relativamente baixos». Como tal, advoga que «os trabalhadores reclamam uma mais justa distribuição da riqueza».

Outro dos aspectos a merecer o consenso dos trabalhadores, que o SITE Sul/CGTP-IN pretende que seja alvo de «um processo de negociação», refere-se à integração dos trabalhadores com vínculos precários. A percentagem de vínculos precários nesta empresa que tem como cliente a Autoeuropa atinge, avança o secretário-geral da CGTP-IN, é de «quase metade dos cerca de 250 trabalhadores».

O objectivo, acrescenta, é de «a partir de meados de Outubro, se possa dar início à negociação» com a administração da Gestamp de modo a que, no final do ano, os problemas estejam ultrapassados.

abrilabril

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