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Fenprof promete «luta» após negociações sem acordo

Nesta quarta-feira, não houve acordo na ronda negocial extraordinária entre o Governo e sindicatos dos professores sobre a progressão nas carreiras e o regime de concursos. Caso a inflexibilidade se mantenha, a Fenprof assegura que haverá «luta».

O Ministério da Educação recebeu ontem, através da secretária de Estado Adjunta e da Educação, várias federações e sindicatos dos professores.

Em causa estão os concursos e as normas para a progressão dos professores ao quinto e sétimo escalões. A negociação extraordinária foi requirida pelos sindicatos dos professores após as negociações regulares terem chegado ao fim sem acordo entre as partes envolvidas.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof/CGTP-IN) foi recebida ontem à tarde, ao mesmo tempo que cerca de uma centena de professores se juntou em frente do Ministério da Educação, entoando palavras de ordem como «transparência», «justiça» ou «professores unidos jamais serão vencidos».

À saída, Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, lamentou que o Ministério da Educação revele «uma completa inflexibilidade» e que não tenha qualquer disponibilidade para discutir e negociar as propostas da Fenprof.

Além disso, acusou o Governo de querer impor regras «opacas» nos concursos e de, ao não definir números para a progressão dos escalões, deixar os professores sujeitos a motivos conjecturais e arbitrariedades políticas, exigindo em vez a fixação de «um mínimo anual de vagas para progressão» e a negociação anual desses valores.

A Fenprof exige também uma «profunda revisão» dos concursos de professores, que considera ser uma «grande confusão», e não apenas um concurso interno antecipado, até porque na prática, este não cumpre os objectivos estipulados e mantém várias injustiças.

Luta será decidida em plenário nacional

Questionado no fim da reunião sobre se a falta de resultados nas negociações poderá levar os professores para a rua, o secretário-geral da Fenprof afirmou que sim.

Mário Nogueira lembrou que se trata de um ciclo negocial, com mais reuniões para 10, 24 e 31 de Janeiro, e que eventuais formas de luta só serão decididas num «grande plenário nacional» em Fevereiro, no qual será avaliado o processo negocial.

«Se o Ministério da Educação chegar ao fim do processo negocial sem qualquer flexibilidade pode ter a certeza que mais rápido do que espera vai ter milhares de professores na rua», afirmou o secretário-geral da Fenprof.

 

abrilabril

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